Dói saber que o sonho
não chega
mas o lençol vai-se alagando
de sonhos e tremuras.
A luz, baixinha
amarfanha este coração
vadio.
O verde que predomina
cessa a acção e passa a
preto.
Preto da cor da alma de
quem peca.
Suores, meu Deus!
Que tenho eu?
Procuro o sonho
de uma vida,
a inocência de uma
palavra,
o sentido de um só
gesto.
Procuro sempre!
PROVA de VINHOS na CASA da URRA
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Há 9 anos

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