Porque escrevo assim tão ao de leve
palavras contidas, mestres escondidos?
Liquido afazeres,
retiro senões,
busco prazeres,
todos me atacam.
Porque deixei de ser?
Ser viajante,
ser vogal ou vírgula?
Porque deixei de ter?
Ter vontade,
ter armário ou camisa?
Porque choro tão baixinho
ditos enfadonhos, janelas fechadas?
Mostro temores,
afasto nuvens,
estes horrores,
todos me atacam.
Porque deixei de ser?
Ser flor,
ser lençol ou abraço?
PROVA de VINHOS na CASA da URRA
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A Convite do Cândido Ferreira, uma Delegação dos Cavalinhos em Lisboa irá
estar presentes a 22 de Abril na Casa da Urra em Portalegre para um Almoço
e Pr...
Há 9 anos

1 comentário:
Ano Novo, vida nova - para principio de conversa até nem está mal. Gostei de te ver entrar nestas "aventuras" bloguistas. Força!!! Abraço, Mário
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